A Estudo do Meio Viagens e Turismo, em parceria com o Colégio Sion Vila Maria, oferece aos alunos a oportunidade de participar de uma aula de campo no Planetário Ibirapuera e no Viveiro Manequinho Lopes.
Uma experiência envolvente que integra aprendizado e descobertas, com atividades orientadas ao longo da visita, em que o educador conduzirá os alunos na observação dos temas propostos.
O Planetário Professor Aristóteles Orsini, também conhecido como Planetário do Ibirapuera, está localizado no Parque do Ibirapuera, na cidade de São Paulo. Foi inaugurado em 26 de janeiro de 1957, sendo o primeiro planetário do Brasil. É administrado pela Prefeitura de São Paulo, através da Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz – que também administra o Planetário Municipal do Carmo Professor Acácio Riberi. O planetário do Ibirapuera é considerado uma grande atração para os fãs do espaço sideral graças ao projetor de última geração Starmaster, que devido ao seu posicionamento no centro da sala e a outros fatores importantes, como características arquitetônicas, transmite aos visitantes uma sensação maior de imersão.
Características Arquitetônicas
A estrutura, que se destaca entre as árvores, dispõe de uma estrutura de cúpula com aproximadamente 9 metros de altura e 18 metros de diâmetro.[3] O projeto, de autoria dos arquitetos Eduardo Corona, Roberto Tibau e Antônio Carlos Pitombo[4], inicialmente propunha que a construção fosse realizada em uma estrutura metálica, o que foi brevemente descartado devido à questões orçamentárias. Entretanto, os arquitetos acharam uma saída para tal problema: a construção de duas cúpulas sobrepostas e autônomas, sendo a interna em concreto armado e a externa disposta em arcos de madeira e revestimento de alumínio, proporcionando espaço necessário para funções de suporte do planetário, como administração, circulação, sanitários, entre outros serviços.[5]
Em 2003, foi desenvolvida uma nova proposta ditada pelos arquitetos Paulo Faccio e Pedro Dias. Foi realizada a manutenção das características do projeto inicial e a busca de maneira crítica por materiais e técnicas que melhor as valorizassem, como por exemplo, o restauro da estrutura de madeira que agora é mantido como um gesto simbólico para a nova fase do planetário, a substituição do revestimento externo por chapas de alumínio zipada, e a inserção de uma terceira cúpula sob a cúpula de concreto exigida por uma tecnologia mais atualizada.[5]
Em seus arredores também é possível notar o Relógio de Sol e a Esfera Armilar Equatorial, ambos com placas informativas de como utilizar.[5]
O espaço foi considerado um importante patrimônio histórico, científico e cultural e é tombado pelo Conselho Municipal de Tombamento e Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP) e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado.
O Viveiro Manequinho Lopes é um histórico viveiro municipal de 4,8 hectares localizado dentro do Parque Ibirapuera, em São Paulo, criado em 1928. Ele produz mudas de plantas ornamentais, herbáceas e arbustivas para áreas públicas da cidade. O local conta com estufas, oferece visitação gratuita e é um importante centro de pesquisa botânica e paisagismo, próximo ao Portão 7A
Principais Destaques:
História: Fundado antes do parque, foi idealizado por Manoel Lopes de Oliveira Filho, que plantou eucaliptos para drenar a área alagada do Ibirapuera.
Produção e Estrutura: Produz cerca de 400 mil mudas por ano. Possui 10 estufas, 97 estufins (canteiros suspensos) e 3 telados.
Visitação: Aberto ao público de segunda a sexta, geralmente das 7h às 16h.
Distribuição de Mudas: O local fornece mudas para o paisagismo de São Paulo e é possível obter orientações técnicas sobre plantio
Crédito das imagens:
Site da Prefeitura de São Paulo
Facebook: Planetário do Ibirapuera